No passado dia 8 de maio de 2026, o Coris Bank International lançou oficialmente o seu ramo de Finança Islâmica, o Coris Bank International Baraka (CBI Baraka).
Coris Bank International Baraka, a solução de Financiamento Islâmico na Guiné-Bissau, marca uma etapa histórica para a inclusão financeira no país. Com uma taxa de bancarização ainda limitada, a abertura da agência do ramo de Finança Islâmica CBI Baraka, em Belém, representa um passo importante para a introdução da finança islâmica na Guiné-Bissau, respondendo a uma procura crescente por serviços financeiros conformes aos princípios da charia, baseados na proibição do riba (juros) e na promoção de um sistema ético e participativo.
«A nossa ambição é oferecer a todos os bissau-guineenses, sem distinção, soluções financeiras justas, transparentes e adaptadas aos seus valores. A finança islâmica representa um caminho para uma inclusão mais ampla e para um desenvolvimento mais sustentável», declarou Julio SANCHES, Diretor-Geral da Coris Bank International Guiné-Bissau.
Coris Bank International Baraka ambiciona tornar-se um motor de inclusão e de crescimento na Guiné-Bissau. A instituição alargará o acesso aos serviços financeiros às populações até agora excluídas do sistema bancário convencional, apoiando simultaneamente setores estratégicos como a agricultura, as infraestruturas e o comércio informal.
Baseado em princípios éticos e participativos, o ramo islâmico pretende igualmente reforçar a confiança das comunidades e dos investidores, contribuindo assim para um desenvolvimento económico mais equitativo e sustentável.
Através de produtos conformes aos princípios da finança islâmica, tais como Mourabaha, Moudaraba, Ijara e Wakala, o Coris Bank International Baraka pretende acompanhar a modernização da economia bissau-guineense e estimular investimentos responsáveis.
Este lançamento oficial posiciona o Coris Bank International Guiné-Bissau na primeira instituição a propor uma oferta completa de finança islâmica na Guiné-Bissau, reforçando assim, a sua vocação de ser « La Banque Autrement ».






